A realização de um diagnóstico e de um estudo de Eficiência Hídricada situação no edificado pode ser conduzida em termos das medidas diretas de poupança de água (por exemplo: reabilitação de redes e dispositivos) e das medidas indiretas ao nível dos comportamentos (por exemplo: ações de sensibilização para promover a redução do tempo despendido em cada utilização ou para a monitorização dos próprios consumos).

São várias as áreas de um edifício com potencial de redução de desperdícios (perdas e consumos de água. O diagnóstico da situação de referência ajuda à identificação e posterior implementação das medidas indiretas de poupança de água nos locais mais adequados e também de medidas indiretas ao nível dos comportamentos, que podem, desde logo, melhorar a eficiência no uso sem necessidade de intervenções no edifício.

Em edifícios existentes, as auditorias de eficiência hídrica constituem o mecanismo mais eficaz para avaliar os potenciais de poupança e implementar as medidas adequadas à redução de consumos, à semelhança do que se passa em relação à eficiência energética.

As auditorias podem incluir um levantamento dos pontos de água, com uma identificação e caracterização dos dispositivos existentes (por exemplo: torneiras, autoclismos) e equipamentos (por exemplo: máquinas de lavar, termoacumuladores), e o reconhecimento das medidas de poupança hídrica (diretas e indiretas), preferencialmente acompanhado de uma análise técnico-financeira. Nestas auditorias é importante preservar o nexus água-energia, podendo as soluções a propor incluir uma avaliação das reduções ao nível energético e nas emissões de CO2, bem como a possibilidade de recorrer a fontes de água alternativas (por exemplo: águas pluviais).

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